Aspectos Culturais


Aspectos Culturais

Cachoeira é um município, no estado da Bahia, no Brasil. Situa-se às margens do Rio Paraguaçu. Está distante cerca de 120 km da capital do estado, Salvador. Sua população era estimada em 31 071 habitantes. Sua área é de 398 quilômetros quadrados. Cachoeira e São Felix, hoje, são consideradas ''monumentos culturais'' dentro da Bahia, o que se demonstra pelos seus inúmeros museus, centros culturais e fundações.
Cachoeira se localiza na Bahia:

                                                  
Mapa onde se localiza-se Cachoeira

Principais pontos turísticos:

                                              Casa de Câmara e Cadeia Pública

Construída entre os anos de 1698 e 1712, a Casa de Câmara e Cadeia Pública situa-se no limite da parte plana de Cachoeira, posição estratégica para proteger o prédio das enchentes do Rio Paraguaçu. Por duas vezes, a construção foi sede do Governo Legal da Província. Foi nela ainda que Dom Pedro I foi aclamado Regente e Defensor do Brasil, em 1822. O sobrado possui elementos característicos do estilo barroco e mantém telas de importante valor histórico, como o "Retrato de D. Pedro II", de José Couto e "O primeiro passo para a independência da Bahia", de Antônio Parreiras. O prédio atualmente abriga a Câmara Municipal de Cachoeira e funciona como galeria e museu na parte interna inferior, onde antes se encontrava a cadeia.




                                                   Imperial Ponte Dom Pedro II



Inaugurada em sete de julho de 1865, a Imperial Ponte D. Pedro II foi construída sobre o Rio Paraguaçu, ligando as cidades de Cachoeira e São Felix, que se situam nas suas margens. Sua estrutura é composta de ferro e lastros de madeira importados da Inglaterra e mede 365 m de comprimento e 9 m de largura. Significativa construção para a economia baiana no século XX e uma das principais obras de engenharia da América do Sul à época, a ponte é hoje também um dos cartões postais de Cachoeira.
                                                         
 
Museu Regional da Cachoeira - Sede do IPHAN

Situado na Praça da Aclamação, o Museu Regional da Cachoeira e Sede do IPHAN encontra-se alojado em uma mansão colonial do século XVIII, dividida em dois pavimentos, como é também a característica das demais construções que o cercam. O sobrado foi uma das mais ricas e importantes residências baianas e pertenceu a diversas famílias de Cachoeira até ser doado ao IPHAN, em 1953. Após sofrer reforma e restauração, em 1966 a casa foi aberta ao público como museu. Seu acervo é composto por mobiliário colonial, uma parte trazida do Rio de Janeiro e outra parte doada pelos moradores de Cachoeira, além de registros fotográficos e edições da primeira metade do século XX dos principais jornais do estado da Bahia. Além de Museu, o edifício serve como sede regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que administra o Museu.

 Convento e Igreja Nossa Senhora do Carmo

O Conjunto do Carmo, formado pelo Convento e pela Igreja da Ordem Terceira do Carmo, possui notável valor histórico e monumental. Encontra-se na Praça da Aclamação, região tombada pelo IPHAN. A Construção é de 1715, em estilo barroco. O interior da igreja é revestido de ouro e painéis de azulejos portugueses, abrigando também imagens de madeira de Macau. O prédio do Convento já acolheu o Paço da Câmara, a Casa da Moeda, quartel, pensão e até hospital. Atualmente, o espaço, que sofreu grande reforma em 1981, é ocupado por uma pousada e centro de convenções.

                                                Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário

Construção do Século XVIII localizada entre a Rua Ana Nery e a Praça 13 de Maio, a Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário leva o nome da santa padroeira do município. A igreja Se destaca pela riqueza de seu interior, que possui imagens, telas, alfaias, sacrário de prata e revestimento de azulejos historiados. Do interior de suas torres piramidais, também revestidas de azulejo, é possível apreciar a vista de quase toda a cidade de Cachoeira e parte de São Félix.

                                                     Igreja Nossa Senhora D' Ajuda

O edifício que abriga a Igreja Nossa Senhora da Ajuda foi construído em 1687. Trata-se da primeira igreja da cidade de Cachoeira. Construção de relevante importância arquitetônica abriga as imagens de Nossa Senhora da Ajuda, São Francisco de Assis, São Benedito, Santa Luzia, São Caetano e São Pedro.

                                                                          Rio Paraguaçu


O Rio Paraguaçu separa as cidades históricas de Cachoeira e São Félix, unidas por uma antiga ponte de ferro, datada de 1859.
                                      
                                                            Festa de Nossa Senhora da Boa Morte 

Na cultura Cachoeira possui várias instituições, por exemplo da Irmandade de N. S. da Boa Morte, Grupos de Samba de Roda e Terreiros de Candomblé, liderados por mulheres.

No mês de agosto, a cidade histórica de Cachoeira, Patrimônio da Humanidade, a 110 km de Salvador, revive a força e a ancestralidade da cultura afro, misturada ao forte sentimento de fé, com a comemoração da Festa da Irmandade da Boa Morte, que este ano começa no dia 13 e termina no dia 17.  As ruas, becos e vielas da cidade transformam-se em uma verdadeira passarela com o vai-e-vem de pessoas, de várias partes do mundo, lotando os bares, restaurantes, igrejas e museus. Brasileiros misturam-se a norte-americanos, a maioria afrodescendente, espanhóis, franceses e ingleses. 


                                                                     Festa do Divino


Atribuída à Rainha Isabel (1271 - 1336),a Festa do Divino chegou ao Brasil trazida pelos colonizadores e vem acontecendo em Paraty desde o século XVIII. Realizada no dia de Pentecostes (50 dias após a Páscoa), a festa homenageia a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Pelas suas enormes proporções, envolvendo praticamente toda a comunidade, a festa começa a ser organizada um ano antes de sua realização: escolhido pela Paróquia, um "festeiro" administra dezenas de voluntários - às vezes mais de um para cada atividade, seja religiosa ou profana.

Outras atrações: 


  •   Festa de São Cosme e Damião (27 de setembro)
  •   Capela Nossa Senhora da Penha
  •   Vila de Belém de Cachoeira (distrito municipal, a sete km do Centro de Cachoeira)
  •  Convento de Santo Antonio do Paraguaçu
  •    São Francisco do Paraguaçu                  
  •  Aniversário da cidade (13 de março).
  •   Festa de São João/Feira do Porto (21 a 25 de junho)
  •   Data Magna (25 de junho) - Cachoeira como Capital do Estado da Bahia.
  •   Festa de Santa Cecília (2ª quinzena de novembro)
  •   Festa de Santa Bárbara (4 de dezembro)
  •  igreja de Nossa Senhora do Sagrado Coração do Monte Formoso
  •  Pousada Mirante do Rio

Principais danças:

   
Capoeira

A capoeira é uma expressão cultural brasileira que mistura arte-marcial, esporte, cultura popular e música. Desenvolvida no Brasil principalmente por descendentes de escravos africanos, é caracterizada por golpes e movimentos ágeis e complexos, utilizando primariamente chutes e rasteiras, além de cabeçadas, joelhadas, cotoveladas, acrobacias em solo ou aéreas. [carece de fontes]  Uma característica que distingue a capoeira da maioria das outras artes marciais é a sua musicalidade. Praticantes desta arte marcial brasileira aprendem não apenas a lutar e a jogar, mas também a tocar os instrumentos típicos e a cantar. Um capoeirista experiente que ignora a musicalidade é considerado incompleto. [carece de fontes] A palavra capoeira significa "o que foi mata", através da junção dos termos ka'a ("mata") e pûer ("que foi").

                                                                 Samba de roda

O samba é um gênero musical, do qual deriva de um tipo de dança, de raízes africanas, surgido no Brasil e considerado uma das principais manifestações culturais populares brasileiras. 1 2 3. Dentre suas características originais, está uma forma onde a dança é acompanhada por pequenas frases melódicas e refrões de criação anônima, alicerces do samba de roda nascido no Recôncavo Baiano e levado, na segunda metade do século XIX, para a cidade do Rio de Janeiro pelos negros que trazidos da África e se instalaram na então capital do Império. O samba de roda baiano, que em 2005 se tornou um Patrimônio da Humanidade da UNESCO, 5 6 foi uma das bases para o samba carioca.

Religiosidade

Cachoeira é uma das principais referências da cultura da baiana. Com uma população de maioria afrodescendente, o município também é notabilizado pela cultura dos séculos XVIII e XIX e pela sua religiosidade, onde os rituais católicos se misturam com os preceitos do candomblé.
Catolicismo

O Catolicismo tradicionalista é um movimento de católicos romanos que praticam muitas ou todas as formas litúrgicas, devoções públicas e privadas e apresentações dos ensinamentos católicos que prevaleceram antes do Concílio Vaticano II (1962-65), sendo especialmente proeminente na Igreja Latina.

Candomblé



O Candomblé  é uma das religiões afro-brasileiras que se desenvolveram em terras brasileiras. Seus seguidores cultuam os orixás – panteão de divindades africanas – e se consideram conectados a objetos, animais ou plantas ancestrais, conhecidos como totens. Esse culto também se estende pelo Uruguai, Argentina, Venezuela, Colômbia, Panamá e México e por alguns países europeus.
Esse culto primitivo nasceu aqui nas senzalas, fruto dos costumes e práticas dos negros trazidos como escravos para o Brasil. Ironicamente, pode-se dizer que o Candomblé é conhecido hoje em nosso país às custas de muitos afro-brasileiros mortos, torturados, perseguidos em nossas terras pelos escravocratas e pela Igreja. Da resistência cultural e religiosa deste povo brotou em terras brasileiras esta religião afro-brasileira, aqui modificada por uma questão de sobrevivência dos negros, que dissimularam seu culto sob a forma do famoso sincretismo religioso local. É uma religião trazida à Bahia pelos africanos - para vestir roupas brancas na sexta-feira.

Centro Cultural Dannemann

Centro Cultural Dannemann 

O Centro Cultural Dannemann foi criado em 1989 por Hans Leusen, Presidente da tradicional Fábrica de Charutos Dannemann. É considerada a mais antiga fábrica de charutos da Bahia epromovem palestras, exposições dos mais variados tipos (pinturas, esculturas) e a cada dois anos a Bienal de Artes Plásticas do Recôncavo da Bahia. Possui diversas obras de arte de artistas do Brasil e do exterior, sendo bastante visitado por turistas do Brasil e de várias partes do mundo.
Fabrica de Charutos 

A fábrica de charutos Dannemann, fundada na segunda metade do século XIX pelo alemão Gerhard Dannemann ainda hoje está em funcionamento. A fabricação de charutos ainda é feita de forma artesanal para preservar a cultura e os costumes da fábrica. Localizada na Av. Salvador Pinto, 29, no Centro de São Félix, a fábrica também é um centro cultural.

Fabrica de Charutos 

Centro Cultural Hansen 


Centro Cultural Hansen

O acervo da Fundação Hansen Bahia foi doação do artista alemão Karl Heinz Hansen, em testamento. A esposa do artista, Ilse Hansen, também deixou seus bens para a fundação, incluindo a Fazenda Santa Bárbara, atual Museu Hansen, em São Félix, BA. 




Centro Cultural Hansen

Centro Cultural Hansen

Abaixo Algumas Artes Que se Encontra na Fundação Hansen Bahia da Cidade De Cachoeira

Artes plásticas

Artes plásticas

Artes plásticas
Culinária

Comidas Típicas


                                                            Cuscuz

Cuscuz é um prato árabe originário do Magrebe (região do norte de África) que consiste num preparado de sêmola de cereais, principalmente o trigo. No Brasil, pode ser feito à base de farinha ou polvilho, de milho, arroz ou mandioca. Salgada e levemente umedecida, a massa é posta a marinar para incorporar o tempero. Daí tem a sua cocção pela infusão no vapor
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Arroz-doce

   Arroz-doce normalmente cozido em leite e açúcar, é uma iguaria popular em todos os lugares onde o arroz é conhecido e desde tempos imemoriais, como testemunham antigos textos sobre a vida do Buda. Em todos os países da Ásia – de onde é originário o arroz dois –, da Europa e da África, para onde foi levado por antigos viajantes e comerciantes, e das Américas, para onde foi levado pelos colonos europeus, existe uma tradição de arroz-doce.

 Cocada

Cocada é um doce tradicional de Angola e típico no Brasil feito à base de coco. As receitas variam, mas em geral levam gemas, leite e coco ralado. Algumas receitas utilizam leite condensado, rapadura, leite-de-coco açúcar e coco ralado queimado. Para dar sabores variados à cocada, são usadas polpas de frutas. Em Angola a variante mais conhecida é a cocada amarela.
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                                                                                                  Acarajé

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 Acarajé é uma especialidade gastronômica da culinária afro-brasileira feita de massa de feijão-fradinho, cebola e sal, frita em azeite-de-dendê. O acarajé pode ser servido com pimenta, camarão seco, vatapá, caruru, quase todos componentes e pratos típicos da cozinha da Bahia. Assim como o abará.

Caldo de mocotó

O mocotó (no Brasil, palavra originária do termo tupi-guarani mocotó) ou mão-de-vaca (em Portugal), é um prato tradicional baseado em patas cozidas sem casco ou extremidades de bovinos.
Vatapá 

Vatapá é um prato típico da cozinha da Bahia. Também é muito frequente na Culinária do Amazonas,    onde sofre alterações nos ingredientes.                                                              
O vatapá é influência da culinária africana trazida pelos escravos nos navios negreiros, a partir do século XVI. Com os ingredientes encontrados nesta nova terra e a necessidade de suplementar sua dieta alimentar, desenvolveram outros pratos, que passaram a ser típicos da culinária brasileira. São disso exemplos o angu e a feijoada, entre outros.

Pamonha

Pamonha é um quitute brasileiro, comum nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Tocantins e em algumas cidades da região nordeste.


Paçoca

Paçoca é um prato típico da culinária do Brasil. De origem indígena, é feita à base de farinha de mandioca e carne seca.

Caruru
  
O caruru é um prato típico da culinária baiana, originalmente de africana, utilizado como comida ritual do candomblé, provavelmente trazida para o  Brasil pelos escravos africanos. Pode-se comer acompanhado de acarajé ou abará e de pedaços de carne (frango ou peixe)

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A moqueca (termo utilizado no Brasil) é um cozido de peixe e outros frutos do mar com diferentes temperos. Tradicional item da culinária baiana, apresentando variações na culinária capixaba e paraense.
Aipim

Macaxeira (Manihot utilissima), também conhecida como aipi, aipim, castelinha, uaipi, mandioca-doce, mandioca-mansa,maniva, maniveira e pão-de-pobre1 , é uma espécie de mandioca que pode ser utilizada para alimento, tanto na forma cozida quanto na forma frita, sem o necessário preparo para retirada de ácido cianídrico, existente em grande quantidade na espécie Manihot esculenta, a qual é conhecida como "mandioca" ou "mandioca-brava".

Feijoada

A feijoada é um prato que consiste num guisado de feijão com carne, normalmente acompanhado com arroz. É um prato com origem no Norte de Portugal [carece de fontes], e que hoje em dia constitui um dos pratos mais típicos da cozinha brasileira. Em Portugal, cozinha-se com feijão branco no noroeste (Minho e Douro Litoral) ou feijão vermelho no nordeste (Trás-os-Montes), e geralmente inclui também outros vegetais (tomate, cenouras ou couve) juntamente com a carne de porco ou de vaca, às quais se podem juntar chouriço, morcela ou farinheira. No Brasil, é feita da mistura de feijões pretos e de vários tipos de carne de porco e de boi, e chegam à mesa acompanhada de farofa, arroz branco, couve refogada e laranja fatiada, entre outros ingredientes. Em Portugal, esta versão da feijoada é conhecida como feijoada à brasileira três, sendo também comum encontrá-la nos cardápios dos restaurantes portugueses, para além das feijoadas portuguesas.
Maniçoba

A maniçoba, também conhecida como feijoada paraense, é um dos pratos da culinária brasileira, de origem indígena e africana. O seu preparo é feito com as folhas da maniva/mandioca (Manihot esculenta Crantz) moídas e cozidas, por aproximadamente uma semana (para que se retire da planta o acido cianídrico, que é venenoso), acrescida de carne de porco, carne bovina e outros ingredientes defumados e salgados.



Outros pratos típicos:  
  • Acarajé
  • Aipim cozido com manteiga
  • Bobó de camarão
  • Caldinho de sururu
  • Carne de sol
  • Caruru
  • Cuscuz 
  • Cocada
  • Escondidinho 
  • Maniçoba
  • Mocotó
  • Moqueca
  • Mugunzá
  • Quiabada
  • Sarapatel
  • Vatapá
  • Arroz doce
  • Beiju
  • Canjica
  • Lelê
  • Pamonha
  • Pé-de-moleque
  • Quindim
  • Tapioca

EQUIPE:


  1. Ayalla Cavalcante
  2. Amanda Figueiredo
  3. Gabriel Anjos
  4. Geisa Goodluck
  5. Vitória Ferreira






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